
A Direcção-Geral dos Recursos Florestais de Portugal classificou, a 2 de Janeiro de 2007, de “interesse público” a azinheira que se situa ao lado da Capelinha das Aparições, no Recinto do Santuário de Fátima.
O Bilhete de Identidade da árvore, emitido por esta Direcção-Geral, sublinha o interesse histórico e paisagístico da azinheira da seguinte forma: “Exemplar de grande simbolismo e devoção. Está tradicionalmente associada às aparições de Nossa Senhora de Fátima. Vem citada em muitos documentos primitivos referentes às aparições com o nome de ‘Azinheira Grande’. Os videntes e os peregrinos abrigavam-se à sua sombra para a recitação do rosário, antes das aparições”.
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Esta árvore tem mais de cem anos e era a maior existente na Cova da Iria em 1917.
Não foi sobre esta azinheira que Nossa Senhora apareceu, mas, por estar relacionada com as Aparições, foi a única que ficou de todo o conjunto que havia.
Foi justamente quando passavam junto da "azinheira grande", como contava a Lúcia, que os Pastorinhos Lúcia, Francisco e Jacinta viram pela segunda vez o relâmpago que precedeu a aparição de 13 de Maio.
Nos meses seguintes era à sombra da "azinheira grande" que os Três Pastorinhos rezavam o Terço com as pessoas que os acompanhavam, preparando-se para receber a visita de Nossa Senhora.